Sociedade civil católica, destinada à difusão da Cultura Ocidental e à atuação política em defesa da família, em observância à Doutrina Social da Igreja.

Sexto Domingo depois de Pentecostes


D. Crisóstomo d’Aguiar

Mortos para o pecado, e como que sepultados em Jesus, pelas águas do Batismo (Evangelho), pois na cruz Ele expiou nossos pecados, devemos contudo crer com o Apóstolo que havemos de ressuscitar, e com Jesus viver dessa vida nova que dá a Verdade. Com que alimentaremos o gérmen de vida lançado pelo Santo Batismo? Com a Eucaristia. A multiplicação dos pães (Evangelho) figura este grande Sacramento, de que se alimentam e saciam as almas fieis. No milagre que o Senhor opera, por um ato de sumo poder ao serviço duma infinita misericórdia, por amor das multidões, que viu “em perigo de desfalecerem de fraqueza”, figura-se maravilhosamente o Sacramento que há-de alimentar, não já quatro mil almas, mas quantas precisarem deste “Viático” na grande jornada para a eternidade. De fato, quando na derradeira Ceia, Jesus o instituiu, segundo S. Paulo, “tomou do pão, e dando graças, partiu-o e disse: Recebei e comei, isto é o meu corpo”; e depois, acrescentou como para assegurar a perenidade do grande dom de si mesmo: “Fazei isto em memória de mim”, e legou aos Apóstolos e seus sucessores o encargo de consagrarem o pão sobrenatural que sustentará nossas almas na vida divina, e o distribuírem no mundo através dos séculos. Sem a força deste pão, não nos manteremos sem pecado (Introito), nem perseveraremos no espírito de religião e verdade (oração). Sacramentos, eis pois os meios de nascermos para a graça e nos fortificarmos e mantermos nela até o termo!


[Segue abaixo o texto do próprio da Missa do Sexto Domingo depois de Pentecostes]

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